A criação deste Blogue, ideia de António Melo, tem como objectivo divulgar, defender o Sport Lisboa e Benfica e a sua Gloriosa história. Qualquer opinião aqui expressa vinculará apenas o seu autor, Alberto Miguéns.

SEMANADA: ÚLTIMOS 7 ARTIGOS

26/05/2017

As Três Primeiras (em 28) Taças de Portugal Existiram! Mesmo!

26/05/2017 + 2 Comentários
TRÊS TEMPORADAS DE GRANDE CLASSE - 1929/30, 1930/31 e 1934/35. TRÊS CONQUISTAS NO CAMPEONATO DE PORTUGAL QUE POR DECISÃO DA FPF, EM 1938, PASSOU A DESIGNAR-SE TAÇA DE PORTUGAL.



Podem não merecer destaque nas paredes das actuais instalações do "Glorioso" mas estão imortalizadas na Gloriosa História e na História do Futebol em Portugal. Sem mácula. À Benfica!





1929/30

Campeonato de Portugal (1929/30). Equipa da final, orientada pelo checo Artur John, frente ao FC Barreirense, com vitória por 3-1, em 1 de Junho de 1930, no estádio do Campo Grande, propriedade do Sporting CP: Artur Dyson; António Pinho e Jorge Teixeira; Aníbal José (1 golo no total), João Oliveira e Vítor Hugo; Augusto Dinis (1 golo na final, 4 no total), Mário Carvalho (1 no total), Jorge Tavares (capitão, 4 golos no total), Guedes Gonçalves (1 golo na final, 5 no total) e Manuel Oliveira (1 golo na final, 3 no total)

Jogaram ainda: Artur Travaços, Pedro Silva (5 golos), Ralf Bailão, Vítor Silva (4 golos), Francisco Sousa (1 golo), António Coelho, António Belo, Luís Costa, António Nunes e Mário Rodrigues. 28 golos no total dos nove jogos

1930/31

Campeonato de Portugal (1930/31). Equipa da final, em 28 de Junho de 1931, em Coimbra, no estádio do Arnado, propriedade do SC Conimbricense, numa vitória por 3-0, com a equipa treinada por António Ribeiro dos Reis, frente ao FC Porto: Artur Dyson; Ralf Bailão (1 golo no total) e Luís Costa; João Correia, Aníbal José (1 golo no total) e Pedro Ferreira; Augusto Dinis (1 golo na final, 2 no total), Emiliano Sampaio (3 golos no total), Vítor Silva (capitão, 2 golos na final, 9 no total), João Oliveira (4 golos no total) e Manuel Oliveira (6 golos no total)

Jogaram ainda: Pedro Silva (1 golo), Francisco Gatinho, Alberto Cardoso (3 golos), António Belo (1 golo) Eugénio Salvador (3 golos), Jorge Tavares e Artur Travaços. 34 golos no total de nove jogos

1934/35
Campeonato de Portugal (1934/35). Equipa da final, em 30 de Junho de 1935, em Lisboa, no estádio do Lumiar, alugado ao FC Barreirense, numa vitória por 2-1, com a equipa treinada por António Ribeiro dos Reis, frente ao Sporting CP: Augusto Amaro; Francisco Gatinho e Gustavo Teixeira (capitão, 1 golo no total); Albino, Lucas (1 golo na final, 1 no total) e Gaspar Pinto; Fernando Cardoso (4 golos no total), Luís Xavier (4 golos no total), Carlos Torres (2 golos no total), Rogério de Sousa (2 golos no total) e Valadas (1 golo na final, 5 no total)

Jogaram ainda: Vítor Silva (6 golos no total), João Correia e Francisco Costa. 25 golos no total de sete jogos

Aqui ficam para "Honrar os ases que nos honraram o passado" os três plantéis que conquistaram para o "Glorioso" os três Campeonatos de Portugal (e que deveriam constar da actual lista dos vencedores da Taça de Portugal)

Alberto Miguéns

NOTA: Paredes mal pintadas? Sem os considerar por não estarem representados junto dos outros! Um pequeno pormenor! Eles são o nosso GRANDE porMAIOR


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A Inacreditável Incoerência Dentro do Benfica

+ 2 Comentários
COMO É LÓGICO SENDO O BENFICA UM CLUBE DE RIGOR E INSTITUCIONAL FEZ O QUE TINHA DE FAZER. ACEITOU A DECISÃO DA FPF.


Não é por não estarem pintadas nas paredes interiores da "Catedral", que o Benfica não conquistou as 28 Taças de Portugal ou os três (3) Campeonatos de Portugal! Eles existem "de verdade". Mesmo que tentem ignorá-los!

Como Clube cumpridor o "Glorioso" aceitou a decisão da FPF, em 1938, e considerou que os três campeonatos da I Liga equivaliam a campeonatos nacionais e os três campeonatos de Portugal passaram a denominar-se Taça de Portugal. Deixo duas digitalizações como exemplo.

(clicar em cima das imagens para obter melhor visualização)




Extracto da página 5 do "Relatório" aprovado pelos Gloriosos Associados em assembleia geral realizada a 31 de Agosto de 1940

Utilizando uma listagem percebe-se melhor a redacção criteriosa (À Benfica) no Glorioso Relatório. Depois de duas presenças inglórias - 1937/38 (para o Sporting CP) e 1938/39 (para a equipa da Associação Académica de Coimbra) - a conquista na terceira final consecutiva, em 1939/40 (frente ao CF "Os Belenenses").



Depois o jornal perdeu qualidade, tal como os dirigentes. Assim o Benfica passou a ser do tipo...Maria vai com as outras. Copiava o que os outros, em particular "A Bola", escrevia!

Houve até um director do jornal (José Oliveira Santos) que considerava que a "versão do jornal Record" (os campeonatos da I Liga não eram nacionais) é que estava correcta. Como sempre, nesta situações...desconfiei de tamanha "atrocidade". Depois vim a saber o motivo que era mesquinho, embora pessoalmente tivesse e tenha muita consideração por José Oliveira Santos, um pioneiro Benfiquista a dar importância à estatística do Glorioso Futebol. Mas nunca misturo questões pessoais com rigor Benfiquista. Como ele adorava Eusébio, não contando a I Liga (os golos de Peyroteo em 1937/38) o melhor futebolista português de sempre passava a ser o melhor marcador do campeonato nacional. Contando a quarta edição do campeonato da I Liga, Eusébio é o segundo melhor atrás de Peyroteo.

Durante anos - embora não se percebesse pois o Benfica entre 2004/05 e 2012/13, durante nove temporadas consecutivas, não conquistou nenhuma Taça de Portugal - conseguiu-se que o Jornal deixasse de ser revisionista e do tipo "Maria vai com as outras". Que assumisse ser o jornal desportivo mais antigo de Portugal (28 de Novembro de 1942) e respeitasse não só o seu passado e legado, como o Benfiquista António Ribeiro dos Reis (que sempre se "bateu", enquanto jornalista em "Os Sports" e depois fundador de "A Bola" - 29 de Janeiro de 1945 - pela reavaliação correcta dos nomes adaptados às características das duas competições) mas também a legalidade e a lógica. Se o Benfica assumia juntar a I Liga com o Nacional da I Divisão tinha de assumir - pois o documento é o mesmo - que a Taça de Portugal começou por denominar-se Campeonato de Portugal. Não é cumprir metade do articulado e deixar outra metade por cumprir:



Mas...eis a lagartização* do Benfica 
Quando foram feitas as inscrições que há no estádio com os títulos percebeu-se que não se agregam «campeonato de Portugal» e «Taça de Portugal» ao contrário do que ocorre com o «campeonato da I Liga» e o «Campeonato Nacional da I Divisão». É que nem sequer há separação - e já era falta de rigor - entre as duas competições a eliminar. Os três campeonatos de Portugal são ostracizados. Desapareceram! Nem aparecem junto às outras conquistas. Ou seja, ignoram-se os plantéis vencedores, os treinadores e os adeptos que os viveram e saudaram como conquistas. Depois descobriu-se porquê! Inacreditável. A explicação foi do tipo: essa competição está esquecida. Se lhe dermos destaque, o FC Porto e o Sporting CP têm mais um (quatro) que o Benfica (três)! Se os juntarmos como Taça de Portugal esses clubes "aproximam-se" com mais uma das Taças de Portugal conquistadas pelo Benfica! Regresso da mesquinhez. 

Lagartização*
Inventar expedientes para aumentar/prolongar as conquistas ou diminuir/esconder os insucessos

Fiquei espantado e incrédulo 
Uma idiotice que não honra o passado do Clube. Nem que os adversários tivessem conquistado vinte cada um e o "Glorioso"...nenhum! Ganhámos os que conseguimos conquistar. Temos de assumir o passado. Não é ignorá-lo ou pensar que se consegue enganar a História. É não ter noção do efémero e que todos nós estamos de passagem. Só o Benfica é eterno.



Aliás quando o Benfica, em 1937/38, foi à final com o Sporting CP ambos contabilizavam três conquistas. Os dirigentes da época cometeram um erro. Permitiram que a final se realizasse no estádio do Lumiar/José Alvalade (versão em alvenaria antes do anterior em betão que datava de 1956). Em vez de jogar no estádio do CF "Os Belenenses" (Salésias) o Benfica permitiu-se jogar uma final no terreno do adversário. Perdeu por 1-3. Em campo neutro também podia ter perdido, mas nunca se saberia...



Uma coisa é certa. Venha lá, no domingo, a conquista da Taça de Portugal, seja a 29.ª real ou a 26.ª surreal. Este blogue - ao contrário do Clube - não se esquecerá dos Gloriosos que nos honraram o passado em 1929/30, 1930/31 e 1934/35.

Alberto Miguéns



NOTA: As 28 Taças de Portugal (as três iniciais como campeonatos de Portugal) tanto existem que este blogue fará, lá para o meio-dia de hoje, uma homenagem a esses três plantéis de 1929/30, 1930/31 e 1934/35. Foram bem reais, para os futebolistas, treinadores, dirigentes e adeptos. Para o "Glorioso". E noticiados para todo o Mundo pela Imprensa contemporânea dessas conquistas.


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25/05/2017

Futebol em Portugal de 1938 é Mais Moderno que 2017!

25/05/2017 + 7 Comentários
A INACREDITÁVEL INCOERÊNCIA EXTRA-BENFICA RECUANDO A 1938.

Apesar de Ricardo Ornelas (ou do linotipista que compôs o texto na tipografia!) ter trocado 1938-39 por 1939-40 a segunda frase, curta e certeira, diz tudo! Retirada do seu livro de 1950 "Números e Nomes do Futebol Português"

Em 1938 porque foi quando se decidiu que o «campeonato de Portugal» passaria a ser, correctamente designado, como «Taça de Portugal». 

Aquilo que na época foi considerado normal e bem-vindo, pois há muito que os jornalistas reclamavam da existência de competições mal designadas, em 2017 - 79 anos depois - é motivo de uma controvérsia sem nexo e absurda.

Quem ler os jornais de 1938 ou 1939 percebe que a alteração do nome da competição não causou controvérsia nem desconfiança. Antes pelo contrário. Nesses anos foi vista como a reposição da verdade. O «campeonato de Portugal» nunca fora um campeonato mas sim uma Taça a eliminar. E os jornalistas que há anos mostravam (escreviam) a sua indignação perante tão grande incongruência finalmente viam reconhecida como justa a sua indignação.

Para não ser exaustivo colocando aqui listas atrás de listas de vencedores que são exactamente iguais deixo exemplos retirados de vários jornais. São seis, mas podiam ser vinte! A multiplicar por uma trintena de anos depois de 1938!

"Sporting"

Para o histórico jornal desportivo portuense (depois desta notícia digitalizada a minha homenagem) em 1940 continuava tudo em ordem "o Quadro de Honra da Taça, antigo Campeonato de Portugal ":



Um jornal (em forma de revista/pequena dimensão) histórico e importante, até fundamental, para conhecer a História do Futebol em Portugal e ratificar - comparando com os de Lisboa - os jogos do "Glorioso" na cidade do Porto. A minha homenagem neste blogue, publicando a digitalização da ficha dele que fiz aquando da pesquisa dos jogos do Benfica, em finais dos anos 80, na BNP (Biblioteca Nacional).

(clicar sobre a digitalização para obter melhor visualização)



"Os Sports"

Em 1939, o início de um magnífico texto daquele que é, para mim, o melhor jornalista desportivo de sempre, Ricardo Ornelas. E li reportagens acerca de desporto desde o século XIX. Rigoroso, combatente, por isso de causas (entre elas, a má designação das competições desde 1921/22 e até 1934/35 a inexistência de um verdadeiro campeonato nacional em Portugal), publicou muito (mesmo livros) tudo bem feito e com valor fidedigno. A frase à Ornelas (sucinta, exacta e certeira) diz tudo: «"Taça de Portugal" sucedânea directíssima do "campeonato de Portugal"». Repito o inequívoco termo orneliano: directíssima! Tudo dito!

(clicar sobre a digitalização para obter melhor visualização)



"Norte Desportivo" 

Em 1952, aquele que se tornou o jornal desportivo de referência na cidade do Porto continuava a listar os vencedores do campeonato de Portugal como antecessores dos vencedores da competição designada como "Taça de Portugal".



"Mundo Desportivo"

Em 1948, na continuação de "Os Sports" já com o nome aportuguesado para "Mundo Desportivo" na crónica de Alberto Freitas não se fazia distinção pois a competição era a mesma. Escreveu acerca da final de 1948 recordando as anteriores finais entre os dois clubes, em 1933, 1936 e 1941. Em 1948 foi a quarta vez que se encontraram na final da competição. Tudo normal, pois "anormal" seria separar o que a FPF decidiu, em 1938. Alterar apenas a designação e não criar uma nova competição.

(clicar sobre a digitalização para obter melhor visualização)


Jornal "Mundo Desportivo"; 2 de Julho de 1948; Páginas 6 e 7 (excertos)

"O Século"


Em 1939 (19 de Junho), na crónica de "O Século", Cândido de Oliveira é explicito. A equipa da Associação Académica de Coimbra estava pela segunda vez na final da "Taça de Portugal"! E quando foi a primeira? Em 1923! Na segunda edição da competição ainda designada "campeonato de Portugal".



"A Bola"

Em 1945, no seu primeiro ano de existência, mas seria assim por muitos mais com os seus principais fundadores vivos - António Ribeiro dos Reis e Cândido de Oliveira - a listagem dos vencedores e vencidos não deixava margem para qualquer dúvida. Depois, algumas décadas a seguir, em "A Bola" decidiram fazer revisionismo! Mas ninguém pode "culpar" os fundadores do jornal de não saberem escrever e "falar" daquilo que conheciam. E de deturparem o significado das competições, ignorando o que se passara em 1938. Eles, tal como Ricardo Ornelas e Tavares da Silva, entre outros - tinham "obrigado" os poderes do futebol português a darem o nome certo às competições, em vez do "faz-de-conta-que-é"!




Em 1953, como é evidente "A Bola" ainda não tinha feito revisionismo, pois Cândido de Oliveira faleceu em 1958 e Ribeiro dos Reis em 1961. Deixo mais uma digitalização (mas não devia, pois tecnicamente um blogue não suporta tanto "peso"). Podia deixar - em teoria...pela razão atrás apontada - uma centena de digitalizações de todos os jornais contemporâneos da alteração de 1938. E até mesmo "A Bola" que é posterior. É de 29 de Janeiro de 1945!

(clicar sobre a digitalização para obter melhor visualização)



A "lata" que existe em querer criar confusão 79 anos depois da normalidade! Como se prova com jornais de épocas próximas da mudança de designações.

Alberto Miguéns
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24/05/2017

Muito Papel, Pouco Rigor

24/05/2017 + 1 Comentários
CADA VEZ QUE O BENFICA CONQUISTA TÍTULOS A IMPRENSA PRODUZ MONTANHAS DE INUTILIDADES.



Que de pouco servem a não ser para guardar como recordação. Quem se atrever a copiar está a correr "riscos". Além de ser enganado passa a enganar outros. Que é o que essas publicações fazem a quem as compra. Isto a propósito de um leitor deste blogue que questionou qual a melhor publicação para confiar. E enviou digitalizações de várias páginas de várias publicações. Aproveito cinco da revista publicada pela "Visão" para ilustrar em quatro delas incorrecções (mas são dezenas, mais de vinte - entre as páginas 62 e 76 nenhuma se "safa" sem ter pelo menos um erro - não podendo, nem querendo fazer uma errata exaustiva para a publicação) e numa delas até como são negligentes, desrespeitando o futebolista Vítor Martins (negando no texto a estatística)  e os leitores pagantes (enganando). Vou só fazer cinco correcções. Comecemos pelo incrível.

Vítor Martins nunca poderia ser campeão nacional pelo Benfica, em 1968/69, estreando-se, na 10.ª jornada, como suplente utilizado, em 1 de Dezembro de 1969, ou seja, na época de 1969/70!



Em que jornada do campeonato de 1990/91 é que Bento jogou? Que devia ter jogado...devia. Ou podia se o treinador Sven-Goran Eriksson quisesse. Mas como não quis, nunca jogou!



Costa Pereira em 1956/57 em que jornadas ou jornada jogou?
É que como foi operado antes do campeonato se iniciar só regressou na Taça de Portugal que até final dessa década de 50 ainda se disputava com o "modelo Campeonato de Portugal", ou seja, integralmente após terminarem os campeonatos nacionais, pois os clubes da II Divisão participavam na Taça de Portugal em função da classificação obtida no campeonato dessa mesma época. Em 1956/57, os três primeiros classificados de cada zona, norte e sul, ficavam isentos da primeira eliminatória que era disputada por 22 clubes, classificados entre o 4.º e o 14.º lugar de cada uma das duas zonas.



César Brito alcançou um feito notável em 1988/89! Conseguiu ser adversário do Benfica, pelo Portimonense SC, e sagrar-se campeão nacional, pelo..."Glorioso", na mesma temporada!



Ou o "Diário de Lisboa" indrominou-se... (clicar)



O treinador Lipo Herczka conquistou dois títulos em 1936/37 e 1937/38 (e não três) pois no de 1935/36 o plantel foi orientado e sagrou-se campeão com o treinador Vítor Gonçalves.




Se em 3 de Agosto de 1936 procurava clube em Portugal nunca poderia ser campeão em 1935/36 (primeiro título do Benfica)! 

(clicar em cima da imagem para obter melhor visualização)



FELIZMENTE O BENFICA CONQUISTA TÍTULOS CONSECUTIVOS. INFELIZMENTE AS PUBLICAÇÕES TRANSCREVEM OS MESMOS ERROS CONSECUTIVAMENTE.

Não percebo como os dirigentes e responsáveis do Clube não se opõem. Ano após ano. Aceitam todos os anos patrocinar ou "oficializar" publicações atafulhadas de incorrecções que de modo algum «honram os ases que nos honraram o passado»

A Gloriosa História é património imaterial do Clube!

Alberto Miguéns   

NOTA: Agradeço ao Benfiquista Mário Pais o envio da digitalização do jornal "Os Sports". 

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23/05/2017

Não Tem Importância, Mas é Kalaíça ou Kalaíssa

23/05/2017 + 5 Comentários
APESAR DE NÃO TER IMPORTÂNCIA ALGUMA, MAS COMO KALAICA PRONUNCIA-SE EM CROATA COM O SOM EM PORTUGUÊS COMO «CALAÍSSA».



Como ouvia uns comentadores a chamar-lhe Kalaica e outros Kalaissa ou Kalaiça aproveitei a oportunidade de estar junto a ele e esclareci de vez o nome. É importante respeitar o nome de um Campeão Nacional com o "Manto Sagrado".

 

Tal pode ser «teleouvido» ao minuto 01:36 deste resumo da primeira parte quando ainda jogava na Croácia.

Para mim...é! Se desconhecesse, mas conhecendo neste blogue passará a escrever-se Kalaíça embora a grafia seja Kalaica.


Alberto Miguéns






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Sem Rival a Fazer Futebolistas Campeões

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360 CAMPEÕES NACIONAIS. MAIS DEZOITO QUE O FC PORTO E MAIS 133 QUE O SPORTING CP.


A maior "fábrica" de campeões regressou em 2016/17 elevando para 360 os futebolistas que passaram a imortais - por serem referenciados para sempre - por envergarem o "Manto Sagrado" popularizado e honrado por Manuel Gourlade, Cosme Damião, Álvaro Gaspar, Cândido Oliveira, Ribeiro dos Reis, Vítor Gonçalves, entre muitos outros, que não constam da lista - ou registam poucos títulos - pelo facto dos campeonatos nacionais se terem iniciado tardiamente (1934/35) em Portugal.

Benfica campeão dos campeões
Clube com o futebolista (Eusébio) que se sagrou mais vezes (onze) campeão nacional. Três jogadores (Coluna, Simões e Nené) com dez triunfos igualando o máximo do FC Porto (Vítor Baía, guarda-redes). Com nove conquistas mais três futebolistas (Cavém, José Torres e Sheu) com o FC Porto com um futebolista (João Pinto, defesa-direito). Seis futebolistas (José Augusto, Cruz, José Henrique, Humberto Coelho, Toni e Bento) com oito títulos o melhor do Sporting CP (Albano, Travassos e Vasques, três dos "cinco violinos") tendo o FC Porto dois futebolistas (Semedo e Jorge Costa).

FUTEBOLISTAS CAMPEÕES NACIONAIS (I DIVISÃO / I LIGA)
NOTA: Em destaque jogadores já falecidos; Futebolistas em actividade no Clube
N.º
Títulos
N.º Futebolistas
Futebolistas
11
1
Eusébio
10
3
Coluna/ Simões/ Nené
9
3
Cavém/ José Torres/ Sheu
8
6
José Augusto/ Cruz/ José Henrique/ Humberto Coelho/ Toni/ Bento
7
8
Costa Pereira/ Ângelo/ Santana/ Jacinto Santos/ Malta Silva/ Jaime Graça/ António Bastos Lopes/ Veloso
6
10
Albino/ Gaspar Pinto/Humberto Fernandes/ Raul/ Adolfo/ Vítor Martins/ Diamantino Costa/ Messias/ Chalana/ Luisão
5
6
Valadas/ José Águas/ Jorge Calado/ Artur Correia/ Victor Batista/ José Luís
4
21
Espírito Santo/ Francisco Ferreira/ Jacinto Marques/ Artur Santos/ Neto/ Germano/ Augusto Silva/ Iaúca/ Nascimento/ Artur Jorge/ Barros/ Jordão/ Pietra/ Carlos Manuel/ Diamantino Miranda/ Álvaro Magalhães/ Silvino/ Salvio/ Jardel/ André Almeida/ Fejsa
3
47
-----------
2
70
-----------
1
185
-----------
TOTAIS
360
36 títulos
NOTA:Informação resultante de recolha pessoal directa em jornais (pelo menos três coincidentes) das épocas

Recentes e numerosos (para 27 títulos)
O facto do FC Porto ter conquistado mais títulos numa fase em que os plantéis são mais extensos para competir em mais jornadas por edição e substituições permite que tenham apenas menos dezoito futebolistas campeões com muito menos conquistas (nove títulos).

FUTEBOLISTAS CAMPEÕES NACIONAIS (I DIVISÃO / I LIGA)
NOTA:Futebolistas em actividade no clube
N.º
Títulos
N.º Futebolistas
Futebolistas
10
1
Vítor Baía
9
1
João Pinto
8
2
Semedo/ Jorge Costa
7
6
André/ Jaime Magalhães/ Domingos/ Aloísio/ Paulinho Santos/ Helton
6
5
Bandeirinha/ Rui Barros/ Folha/ Secretário/ Lucho
5
7
Gomes/ Jorge Couto/ José Carlos/ Rui Jorge/ Drulovic/ Pedro Emanuel/ Fucile
4
14
Frasco/ Lima Pereira/ João Manuel Pinto/ Mielcarski/ Hélder Postiga/ Nuno/ Ricardo Costa/ Bosingwa/ Bruno Alves/ Lisandro/ Raul Meireles/ Fernando/ Hulk/ Rolando
3
40
-----------
2
99
-----------
1
167
-----------
TOTAIS
342
27 títulos
NOTA:Com base em:
1. O Século do Dragão 1893 - 2009; Cerqueira, Rui; César, Luís; Teixeira, Jaime; Quidnovi; 2009; Porto
2. Almanaque do FC Porto; 1893 - 2011; Tovar, Rui Miguel; Caderno; 2011; Lisboa
3. Arquivo pessoal

Antigos e esquecidos
A concentração de sete títulos em oito temporadas (1946/47 a 1953/54) coloca os futebolistas do Sporting CP com mais triunfos nas gerações mais idosas. Menos 133 futebolistas campeões nacionais reflecte a diferença entre os dois clubes: o Benfica tem mais 18 títulos (36-18) que o Sporting CP. O "dobro"!

FUTEBOLISTAS CAMPEÕES NACIONAIS (I DIVISÃO / I LIGA)
NOTA: Em destaque jogadores já falecidos
N.º
Títulos
N.º 
Futebolistas
Futebolistas
8
3
Albano/ Travassos/ Vasques
7
3
Azevedo/ Canário/ Jesus Correia
6
3
Manuel Marques/ Veríssimo/ Martins
5
7
Peyroteo/ Octávio Barrosa/ Juvenal/ Passos/ Caldeira/ Juca/ Carlos Gomes
4
5
Álvaro Cardoso/ Dores/ António Lourenço/ Barros/ Galileu
3
13
João Cruz/ Armando Ferreira/ Ismael/Mateus/ Serra Coelho/ Pacheco/ Vicente/ Hugo Sarmento/Hilário/ Carvalho/José Carlos/ Dani/Bastos
2
54
--------------
1
139
--------------
TOTAIS
227
18 títulos
NOTA:Com base em:
1. A História Completa 1906 - 2010; Goulão, José;Quidnovi; 2010; Porto
2. Almanaque do Sporting CP1906 - 2006; Tovar, Rui Miguel; Almanaxi; 2006; Lisboa
3. Arquivo pessoal

Gloriosíssimo

Alberto Miguéns
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